FELIZ ANIVERSÁRIO Riii! (Apesar de saber que ele NUNCA lerá isso). Desejo tudo tudo tudo de bom, não só hoje, claro. Espero que ontem tenha sido um dia realmente especial (sem mulheres, por favor!) e gostaria realmente que você estivesse aqui para que eu pudesse te dar um abraço forte e desejar tudo isso pessoalmente, e depois... bem, abafa. (Sem pensamentos impuros, galerinha do mal.)Muito bom dia filhinhos e filhinhas, sinta a vibração maravilhosa ao nosso redor, deuses, budas e orixás estão em festa!
Não, isso não foi nenhuma
Após ler os comentários da galera sobre o post anterior, fiquei matutando por alguns segundos e após refletir fiquei ligeiramente com um pesinho na consciência. Seria realmente triste se alguma criança que AINDA acreditasse em contos de fadas lesse aqueles absurdos. E este risco é possível já que, a humanida está tanto às avessas, que grande parte da criançada possui orkut, msn e afins. Minha irmazinha de 8 anos (SIM, OITO ANOS!) se comunica com seus amiguinhos através do orkut. Mas enfim, isso é papo para outro post. A questão é que espero fiamente que os pobres não cheguem a ler essas terríveis historinhas. Então, bico calado, segredo nosso! ;)
Mutchas gracias Dani, pelo meu PRIMEIRO selo! (muito maaaaaara!) Vou guardar aqui do ladinho! E, como nós pobres mortais também pecamos, e na maioria das vezes pecamos com um "Q" de humor negro, resolvi contar hoje três pequenos bafões cometidos pela minha pessoa.
É isso! Leiam e depois me contem algum acontecimento feito por vocês para que eu não me sinta o único ser ridículo do planeta.
Cadê a garota?
Viajei com o colégio para um evento cultural da nossa região. Chegando no evento, éramos divididos em duplas ou pequenos grupos. Cada grupo faria uma atividade cultural diferente. Minha primeira atividade era no estande de “Hip Hop”, onde estavam somente eu e mais uma garota da minha cidade, ninguém mais que conhecíamos. Era um grupo de mais ou menos uns 100 alunos. O professor de dança no palco nos mostrava uma coreografia e em três dias teríamos que aprendê-la. Eu estava indo bem, e achando que tava arrasando. No terceiro dia o professor chamaria algumas garotas para o palco onde seria feita uma votação para ver quem se apresentaria no último dia do evento, para todo mundo. Então ele me chamou, e mesmo sendo bastante tímida, resolvi subir no palco. A música começou e eu dancei todos os passos sem errar nenhum. Foi então que ele levantava o braço de cada garota e a platéia decidiria as finalistas com aplausos. Quando chegou minha hora, não recebi NENHUM aplauso, nem um único sequer, nem a única garota da minha cidade aplaudiu de tanta vergonha. Pro tira-tema ele repetiu o ritual, e de tanta vergonha eu já tinha ído para o fundo do palco, e ele ainda fez quenstão de dizer “Ih, a garota sumiu!”. Só não me matei até hoje por achar que aquilo tudo era um complô a favor dos amigos das outras garotas que estavam presentes...
Grande demais...
Grande demais...
Eu estava em uma rave com meus amigos, toda empolgada, quando eu e minha melhor amiga resolvemos ir dar uma volta no meio da galera. Fomos perto do palco, onde estava recheado de gatinhos. Tinha um carinha muito lindo que eu tava de olho a festa inteira. Ficamos dançando do lado dele, mas nem dei muita moral porque homens gostam de garotas difíceis. Foi então que ele me ofereceu um tubinho de “vick”. Eu aceitei e fui colocando no nariz com vontade, quando notei que não tava saindo nada. Foi então que ele me disse “é bom tirar a tampa”.
Culpa do celular!
Tava rolando um churras na casa de um dos meus esqueminhas. Eu tava na beira da piscina com as meninas, conversando e bebendo cerveja. Foi quando meu celular tocou e eu saí correndo pra atender. O piso tava liso, e eu levei um baita escorregão bem no final da parte que acabava o azuleijo e começava o concreto. Caí de joelhos naquele chão áspero, até sangrou. Parecia praga do dono da casa, pois era o outro esquema no tolefone. O pior de tudo foi aguentar as piadinhas depois sobre o que eu estaria fazendo de quatro pra machucar os joelhos.
